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A radiofrequência chegou para substituir o código de barras. Saiba mais sobre essa tecnologia e como ela pode beneficiar as operações logísticas!
Quando você vai comprar algo, é bem comum que a pessoa no caixa registre a compra e o valor através do código de barras, não é mesmo? Ainda que esta seja uma das práticas mais comuns do nosso dia a dia, em breve ela pode ser substituída pelo RFID. 
 
A sigla em inglês significa Radio Frequency Identification — ou Identificação por Radiofrequência. As etiquetas RFID são uma alternativa mais rápida e simples do que o código de barra, cujo principal objetivo é contribuir para a gestão do fluxo de materiais em todos os elos da cadeia de suprimentos.
 
Afinal, ainda que o uso dos códigos de barra seja considerado positivo por mais de 90% das empresas, dados da Associação Brasileira de Automação afirmam que 88% consideram que a tecnologia de identificação RFID facilita a administração.
 
A seguir, você entenderá como funciona o RFID na logística e como os armazéns podem se beneficiar dessa tecnologia.
 
O que é e como funciona o RFID na logística?
 
O sistema de radiofrequência utiliza ondas eletromagnéticas para transmitir dados em tempo real, sem a necessidade de intervenção humana ou visual. Essa tecnologia identifica, rastreia e gerencia diversos produtos, e por isso tem tanta aplicação na gestão da cadeia logística. 
 
Seu primeiro uso foi durante a Segunda Guerra Mundial, quando as forças britânicas utilizaram a etiqueta RFID para distinguir quais eram os aviões inimigos. Hoje em dia, o sistema de radiofrequência é utilizado em cartões de aproximação para o acesso a prédios e transportes públicos ou em objetos diversos para evitar furtos.
 
Você deve estar se perguntando como funciona o RFID na logística, e a resposta é bem simples. De modo geral, esse sistema é composto por uma antena, responsável pela leitura do sinal. Ela transfere a informação para um dispositivo leitor e para uma etiqueta de radiofrequência, que deverá conter o circuito e a informação a ser transmitida.  
 
Assim, a antena emite o sinal do circuito integrado para transmitir suas informações para o leitor, que por sua vez converte as ondas de rádio do RFID para informações digitais. Depois de convertidas, elas podem ser lidas e ter seus dados analisados.
 
Quais são as vantagens da RFID?
 
Além de saber como funciona o RFID na logística, é preciso entender quais são os benefícios que esse sistema traz para o armazém. Ele atua principalmente no controle de estoque, pois o sistema de radiofrequência presente nos produtos permite que os analistas e gestores tenham relatórios completos, minimiza a chance de erros e dispensa a necessidade de fazer balanços mensais demorados e manuais. 
 
Os principais benefícios da radiofrequência logística são: 
 
- Rastreamento de itens, prevenindo roubos e/ou falsificação de mercadorias;  
- Alta capacidade de armazenamento, leitura e envio dos dados;
- Durabilidade e possibilidade de reutilização das etiquetas;
- Agilidade no processo de expedição;
- Controle de mercadorias em estoque.
 
Com este artigo, esperamos que você tenha entendido como funciona o RFID e como essa tecnologia pode ser vantajosa dentro da operação logística. Para saber mais sobre como potencializar o armazém em que você trabalha, continue acompanhando o blog da Bertolini!
 
 
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