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Um dos maiores desafios enfrentados pelos administradores está no equilíbrio entre estoque e demanda. A organização de materiais, recursos humanos e financeiros pode ser o diferencial entre sucesso e fracasso, e não à toa os profissionais buscam formas mais otimizadas de fazer esse controle. Entre elas, a gestão de estoque MRO. 
 
A sigla refere-se a Manutenção, Reparo e Operações. Esse grupo representa um grande volume nas compras mensais, bem como espaço dentro dos estoques, por isso precisam ser levados em consideração – tanto na perspectiva de organização quanto financeira.
 
Problemas no controle do estoque podem gerar prejuízos incalculáveis às empresas. A seguir, descubra como funciona a gestão de estoque MRO e como aplicá-la na sua operação.


O que é Gestão de estoque MRO



A gestão de Manutenção, Reparo e Operação (MRO) está relacionada ao gerenciamento de todos os itens que tornam possível o funcionamento da empresa. Aqui não estão inclusas as matérias-primas usadas na produção final. 
 
Esse conceito pode ser amplo, mas facilita quando pensamos em cada uma das categorias de modo separado:
 
-Manutenção:  São todos os itens que garantem o bom funcionamento dos espaços físicos, como materiais de limpeza, lâmpadas e ferramentas operacionais.

-Reparos: Algumas empresas usam maquinário pesado nas suas operações, como fornecedores de soldagem. Nesses casos, é preciso ter itens para consertar os aparelhos em caso de pane: porcas, parafusos, etc.

-Operação: Por fim, precisamos levar em consideração todos os itens usados dentro do processo produtivo. Entre eles, instrumentos de teste e equipamento de proteção individual (EPIs).


Impactos do MRO dentro das empresas



Eduardo Saggioro e outros estudiosos do tema apontaram que entre 90% e 95% do valor de estoque MRO possui as seguintes características:
 
-Baixo ou baixíssimo consumo;
-Demanda intermitente e não previsível;
-Alto custo unitário;
-Alto templo de reposição;
-Alta criticidade para a operação. 
 
Apesar de serem caros e pouco utilizados, os itens MRO precisam ser mantidos estrategicamente no estoque. A falta dessas peças pode acarretar em prejuízos financeiros e operacionais para a empresa. Já imaginou uma fábrica sem lâmpadas? Ou o dinheiro parado quando uma máquina para de funcionar? 


Vantagens dessa prática



Como a gestão de estoque MRO não lida com produtos ou serviços finais, muitos gestores deixam essa organização de lado. Porém, sua aplicação traz grandes benefícios para o seu negócio:


Redução de despesas



A gestão de estoque MRO permite a organização do espaço, ter noção dos custos de cada item e saber o momento ideal de comprar novos produtos. Ao contrário do estoque de produtos finais, em que o cálculo de giro é crucial, esses produtos parados não impactam o lucro da empresa. 

De qualquer forma, gerenciar as ferramentas de manutenção, reparo e operações é fundamental. Elas evitam que a operação fique parada por muito tempo e podem melhorar o ritmo do trabalho. 


Visibilidade para a organização



Como vimos, um dos pontos mais críticos do MRO é sua prioridade em relação aos outros tipos de estoque dentro da empresa. Porém, essa gestão permite que os administradores tenham uma visão completa dos itens que são cruciais para um bom funcionamento das operações. 

Sem contar os custos “escondidos”, que também são ignorados no dia a dia. Se o maquinário pifar, por exemplo, a falta das peças de reparação significa dinheiro parado. Descobrir isso na hora do problema agrava a situação, por isso é necessário que a organização tenha visibilidade dos produtos em estoque.


Pré-requisitos para a gestão de estoque MRO



Não basta conhecer a gestão de estoque MRO e seus benefícios: para aplicar essa estratégia na sua empresa, é preciso de alguns pré-requisitos. Entre eles, o cadastro correto dos itens. 

Essa deve ser a primeira etapa dos itens dentro das empresas. Só assim evitamos compras desnecessárias e o rastreamento correto do produto, facilitando sua localização dentro do estoque. O uso de SKUs ajuda nessas horas, mas códigos de barras e QR codes também podem ser usados.

Outro ponto de atenção está na utilização do Enterprise Resource Planning (ERP), que reúne em um só lugar todos os dados e processos da empresa. A união deste software com o sistema WMS proporciona o uso inteligente dos recursos no espaço físico do estoque MRO.
 
Entender as necessidades da sua empresa é o primeiro passo para uma boa gestão de estoque MRO. Esses itens são deixados de lado em muitos negócios, mas lembre-se: eles são cruciais para o bom funcionamento da operação. Logo, devem ser organizados de maneira inteligente e prática — assim como as matérias-primas e produtos finais.

Como vimos, o sistema WMS pode auxiliar na gestão de estoque MRO. Confira nosso material completo e gratuito sobre as vantagens e desvantagens desse software tão usado nas indústrias.

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