Internet das Coisas na logística: conheça empresas mundo afora que já são referência

Modificado em: 30/04/2026
Você já deve ter ouvido no conceito de IOT, sigla em inglês para Internet of Things. A Internet das Coisas na logística tem revolucionado o fluxo operacional, e bons gestores devem saber como aproveitar seus benefícios.
Afinal, esse é o futuro dos sistemas de armazenagem. O uso de tecnologias características da Indústria 4.0 veio para aumentar a competitividade do negócio, reduzir estoque e melhorar os prazos para entrega. A Internet das Coisas na logística é um caminho sem volta, e empresas que querem se manter relevantes precisam se adaptar a esta nova realidade.
 
O que é Internet das Coisas (IoT)?
Antes, é preciso dar um passo atrás e entender o que é Internet das Coisas. Em linhas gerais, esse conceito refere-se à evolução tecnologia que conectou aparelhos, ferramentas e outros dispositivos à Internet.
 
Ou seja: é a capacidade dos objetos obterem informações sobre o ambiente e se comunicarem uns com os outros. Essa não é uma exclusividade da logística. Por exemplo, IOT está presente nos telefones celulares que “conversam” com os smartwatches.
 
Impactos da Internet das Coisas na logística
O aumento da conectividade entre dispositivos causou uma verdadeira revolução. Ao integrar a Internet das Coisas na logística, o mercado notou um aumento de produtividade e maior controle dos fluxos operacionais. 
 
A principal mudança foi o monitoramento das cargas. A utilização da radiofrequência (verificar se puxa o link na hora de postar) e leitura do código de barras permite que os gestores acompanhem em tempo real e com máxima precisão o deslocamento dos produtos. 
 
Além disso, a implementação do RFID facilita o controle do inventário. Dessa forma, fica mais simples controlar onde está cada produto, e quais são os materiais com mais e menos demanda. Os balanços mensais ficam mais automatizados, com mais informações e menos erros. 
 
Empresas que usam a Internet das Coisas na logística
Deu para entender a importância da Internet das Coisas na logística, não é mesmo? Essa tendência já é realidade em muitas empresas mundo afora. Trouxemos três exemplos para você entender como é possível implementar a IoT no seu armazém: 
 
General Electric
A GE levou tão a sério a Internet das Coisas na logística que criou uma organização paralela focada na IoT. É a General Electric Digital, cujo objetivo é se concentrar na manutenção preditiva e outros aspectos dessa tecnologia. 
 
Essa não foi a única iniciativa da empresa americana. Ela se uniu com a Accenture para criar a Taleris, que diagnostica e prevê problemas de manutenção de aeronaves antes que eles aconteçam. Isso só é capaz com a aprimoração de dados e conectividade entre dispositivos, que garante que os veículos sejam adequados à sua finalidade e funcionem de maneira ideal.
 
DHL
A empresa alemã começou a fazer uma série de testes em 2017, com foco na Internet das Coisas na logística — ramo em que a DHL atua. O objetivo principal foi utilizar a tecnologia para agilizar o gerenciamento de pátios para a logística de entrada para fabricação. 
Antes disso, a DHL fez uma parceria com a Cisco e a startup Conduce para implantar cockpits da IoT em três de seus armazéns inteligentes distribuídos pela Europa. Isso permitiu que a DHL monitorasse as atividades em tempo real, emitindo relatórios mais precisos.
 
Hitachi
Por fim, temos a Hitachi, um conglomerado multinacional fundado no Japão em 1910. Nos últimos três anos, a empresa investiu cerca de US$ 2,8 bilhões em Internet das Coisas na logística e em Internet Industrial.
 
Eles utilizaram a Lumada, uma das plataformas de IoT mais bem-conceituadas no mercado de inteligência artificial e Big Data. A Hitachi vai conectar instalações, dispositivos e sistemas relacionados de várias fábricas. Depois, utilizará os dados para prevenir falhas específicas inesperadas e aumentar a eficiência do trabalho de manutenção. A cada nova coleta de dados, mais preciso será o controle e qualidade. 
 
Como falamos, a Internet das Coisas na logística faz parte do futuro dos sistemas de armazenagem. Os fluxos logísticos já estão se adaptando às novas tendências, como uma cultura baseada em dados e uso inteligente do espaço. 
 

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